• MIREILLE OLMOS - Architect & Civil Engineer -

“FASHION IS ARCHITECTURE: IT’S A MATTER OF PROPORTIONS” COCO CHANEL - A BRIEF VIEW ABOUT ARCHITECTUR



It is possible to affirm that fashion and architecture are two schools that are complementary, both pass through similar creative processes to reach their final product. And it's not the only common point that both feature, the form is the element of highest proportion in that comparison, since it's no longer a work built and becomes garment, and vice versa, inspiring designers and architects in their creations.

However, according to the architect Jorge Ayala (2010), despite seeing them as parallel practices, there is also a big difference: the designers work for a short time, which changes every season, and the architects traditionally focus on a work that will stay with us forever.

The fashion shows were always so much expected, however, today the clothes are no longer the only attraction of the catwalk, they compete with the background music and especially with the scenario. Most large shows have their structure properly planned by set designers and architects. The so-called "concept of the collection" must be explicit throughout the catwalk environment so that both the public and the media, increasingly specialized, to understand the ideas of the designers. All this concern gives the parades the character of "show" or "fashion show", as they are called.

The changes are not only in the fashion shows, there is a new proposal for the stores, where the differentiated design is increasingly present. The link between fashion and architecture sparked the so-called "pop star architect", elevating the condition of "Star" the architect who also designed the store, which "presented the fashion show.

In the exercise of the profession, the designer faces in the same way that the architect with body boundaries, resources, and even modeling. The designer often is subordinate to market trends, the desire of the public, the owners of the company for which he works and many other factors that determine a range of options in which the professional need to make his choices.

The market recommends that professions work together, combining their specific characteristics to better meet the desires of an increasingly demanding consumers. In this way, the fashion designer has the collaboration of the architect in their show, while the he develops new concepts for architectural objects, as creative prints for furniture, for example.

If you want to know more about this match between Architecture and Fashion, feel free to send me an email: mmqolmos@gmail.com , it will be a pleasure to talk about one of my favorite universe!


"MODA É ARQUITETURA: É UMA QUESTÃO DE PROPORÇÕES". COCO CHANEL - ARQUITETURA E MODA: UMA BREVE VISÃO.

“A roupa pode ser vista, em primeira instância, como o abrigo imediato, mais próximo da pele humana do que qualquer outro elemento que a arquitetura possa conceber. Uma espécie de arquitetura primeira, abrigo que se descola da pele do homem e se projeta ampliando sua ocupação.” Ricardo Oliveros e Marta Bogea.

É possível afirmar que moda e arquitetura são duas escolas que se completam, ambas passam por processos criativos semelhantes até chegarem ao seu produto final. E não é apenas esse ponto em comum que as duas apresentam, a forma é o elemento de maior proporção nesse comparativo, uma vez que ela deixa de ser uma obra construída e passa a ser peça de vestuário, e vice versa, inspirando estilistas e arquitetos em suas criações. Porém, segundo o arquiteto Jorge Ayala (2010), apesar de vê-las como práticas paralelas, há também uma grande diferença: os estilistas trabalham para um curto espaço de tempo, que muda a cada temporada, já os arquitetos tradicionalmente focam em uma obra que vai ficar conosco para sempre.

Os desfiles de moda sempre foram muito aguardados, no entanto, hoje as roupas deixaram de ser a única atração da passarela para competir com a música de fundo e principalmente com o cenário. A maioria dos grandes desfiles tem sua estrutura devidamente planejada por cenógrafos e arquitetos. O chamado “conceito da coleção” deve estar explícito em todo o ambiente da passarela para que tanto o público quanto a mídia, cada vez mais especializada, compreendam as ideias dos estilistas. Toda essa preocupação confere aos desfiles o caráter de “show” ou “fashion show”, como atualmente são chamados.

As mudanças não atingem somente os desfiles, há uma nova proposta também para as lojas, onde o design diferenciado está cada vez mais presente. A união entre moda e arquitetura fez surgir o chamado “arquiteto pop star”, elevando à condição de “estrela” também o arquiteto que projetou a loja, que estruturou o desfile.

No exercer da profissão, o estilista depara-se da mesma maneira que o arquiteto com limites de corpo, de recursos, de modelagem e até de criação. O estilista, muitas vezes, fica subordinado às tendências, ao mercado, ao desejo do público, aos donos da empresa para a qual trabalha e a outros tantos fatores que determinam uma gama de opções na qual o profissional precisa optar e fazer suas escolhas.

(...)

O mercado em geral preconiza que as profissões atuem em conjunto, reunindo suas especificidades para melhor atender aos desejos de um público consumidor cada vez mais exigente. Desse modo, o estilista dispõe da colaboração do arquiteto em seu desfile, enquanto o profissional de moda desenvolve novos conceitos para os objetos arquitetônicos, como estampas criativas para móveis, por exemplo.

Se você se interessa pelo assunto que quer saber mais, fique a vontade para me enviar um email! Será um prazer conversar sobre esses dois universos que se complementam!

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